Janeiro 2016

Pergunto-me muitas vezes o que faz do Druidismo aquilo que é. Ou melhor, o que faz do neo-druidismo um caminho assim tão diferente dos outros, especialmente quando consideramos as muitas influências que partilha com outras correntes de espiritualidade. Deixando de parte por um momento a divisão seminal entre o druidismo revivalista e o druidismo reconstrucionista e/ou politeísta, que eu pessoalmente penso serem complementares como se vê na prática de algumas pessoas, prefiro perguntar qual a finalidade de se ser e ser chamado de druida. Qual o bem que se traz a todos os seres quando se pratica este caminho em particular. E mais especificamente, como se pode manifestar no mundo certos papéis típicos de um druida no nosso mundo actual, nos nossos trabalhos, nas nossas vidas diárias, sobre-interligadas, sobre-interrompidas, em nada semelhantes às classes sacerdotais de outras eras.

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