Fevereiro 2017

“A letra mata”. Ontem como hoje, sobretudo quando o Awen, a eterna novidade do presente, nos bate à porta e nos recusamos a convidá-la a fazer parte das nossas vidas. É por isso que o renascimento druídico, desde os tempos da Ancient Order of Druids, se recusou a criar mais um -ismo a juntar às muitas doutrinas reveladas do mundo. Ao invés, preferiu desenvolver uma prática que se assemelha mais a um ofício que a uma cartilha, uma verdadeira arte do espírito em vez de um dogma fechado. Chamaram-lhe Druidry em vez de Druidism, ou Druidaria, e não Druidismo, numa tradução directa.

O Druidismo, ou a Druidaria, não consiste na adesão a um credo, mas sim numa prática transformativa de restabelecimento de laços. Uma experiência de abertura gradual do espírito às várias existências, com quem estamos todos relacionados: os que já foram, os que são e os que serão sempre.

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